Mostrando postagens com marcador BRASIL REPÚBLICA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BRASIL REPÚBLICA. Mostrar todas as postagens
domingo, 31 de julho de 2022
segunda-feira, 2 de maio de 2022
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
terça-feira, 21 de julho de 2020
domingo, 1 de setembro de 2019
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Para se pensar o Mito da Democracia Racial no Brasil
Alguns vídeos/docs para se pensar o assunto:
CRIANÇAS DE TERREIRO
Brincando com os
Deuses
2 minutos para
entender - Desigualdade Racial no Brasil
Antropólogo e
professor dr. Kabengele Munanga fala sobre preconceito no Brasil
Racismo
O Racismo Que
Cometemos Sem Perceber
Pedro Cardoso fala
sobre cotas raciais
Leandro Karnal •
Brasil: um país profundamente racista
Orixás - Besouro
Minha Fé - Zeca
Pagodinho
Quem é o Pantera Negra?
Pantera Negra: O que
ler para saber mais?
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Material de Apoio e Tema da Redação do filme GETÚLIO
Trailer do Filme:
https://www.youtube.com/watch?v=8JbryJO9GJs
Slides e Aulas:
Memória e Patrimônio
REPRESENTAÇÕES DA MEMÓRIA E CONSTRUÇÃO SOCIAL
VARGAS (1930-1945)
Vídeos:
Era Vargas - Resumo ENEM - Mundo História
História do Brasil na Era Vargas - Documentário - por Boris Fausto
TEMA DA REDAÇÃO
Com base no filme "Getúlio" e nos seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo/argumentativo em modalidade formal da língua portuguesa sobre o tema:
"A construção da memória: elementos de formação, versões e interesses"
domingo, 30 de julho de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
MATERIAL PARA ESTUDO >>>> UNEMAT
MATERIAIS PARA ESTUDO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE MATO GROSSO PARA CONCURSOS E VESTIBULAR DA UNEMAT

História de MT
http://hisrel.blogspot.com.br/2014/05/historia-de-mt-operacao-unemat-2014.html
Geografia de Mato Grosso - REVISÃO GERAL
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/geografia-de-mato-grosso-reviso-geral
Estratégias de combate ao trabalho degradante em Mato Grosso
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/reinsero-social-estratgias-de-combate-ao-trabalho-degradante-em-mato-grosso
PATRIMÔNIO IMATERIAL DE MATO GROSSO
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/patrimnio-imaterial-de-mato-grosso
PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE MATO GROSSO
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/patrimnio-histrico-e-cultural
Questões indígenas - identidade
http://hisrel.blogspot.com.br/2017/03/questoes-indigenas-identidade.html
MEU SOBRINHO CANTANDO UMA MÚSICA DO AC/DC (BONITINHO)
https://www.youtube.com/watch?v=p1PyFjLHQe8

História de MT
http://hisrel.blogspot.com.br/2014/05/historia-de-mt-operacao-unemat-2014.html
Geografia de Mato Grosso - REVISÃO GERAL
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/geografia-de-mato-grosso-reviso-geral
Estratégias de combate ao trabalho degradante em Mato Grosso
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/reinsero-social-estratgias-de-combate-ao-trabalho-degradante-em-mato-grosso
PATRIMÔNIO IMATERIAL DE MATO GROSSO
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/patrimnio-imaterial-de-mato-grosso
PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE MATO GROSSO
https://www.slideshare.net/benjoinohistoria/patrimnio-histrico-e-cultural
Questões indígenas - identidade
http://hisrel.blogspot.com.br/2017/03/questoes-indigenas-identidade.html
MEU SOBRINHO CANTANDO UMA MÚSICA DO AC/DC (BONITINHO)
https://www.youtube.com/watch?v=p1PyFjLHQe8
quinta-feira, 30 de março de 2017
quarta-feira, 22 de março de 2017
sábado, 27 de agosto de 2016
domingo, 2 de agosto de 2015
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Sobre a Defesa Nacional
Pio
Penna Filho*
O Brasil é um país que se preocupa pouco
com a sua defesa. Nossas elites governantes, pelo menos no que diz respeito à
defesa nacional, não conseguem pensar além do curto prazo. Não fosse isso as
nossas Forças Armadas não estariam na situação que estão. Está aí uma
mentalidade que precisa ser alterada, haja vista que nesse campo o improviso e
o típico “jeitinho” brasileiro não costumam funcionar.
O Brasil é
um país que se destaca no seu espaço regional e também no cenário
internacional. Em tese aspiramos maior participação em ambos os contextos,
exercendo a liderança regional e participando mais ativamente das principais
decisões mundiais. Isso não é possível sem uma estrutura e um preparo militar
adequados.
Por mais boa vontade que exista entre os
altos escalões militares do país, nas três Forças, que se esmeram em deixar as
tropas aptas para atuarem em qualquer cenário de ameaça ao país, eles não podem
fazer mágica. Ou seja, sem os meios adequados para que se proceda à defesa do
país contra as novas ameaças, muito pouco pode ser feito, por mais empenho que
exista por parte das Forças Armadas.
A natureza da guerra mudou muito nas
últimas décadas, exigindo cada vez mais profissionalismo por parte dos
militares e a posse (e adestramento) de armamentos e outros instrumentos de
alta tecnologia, muitos dos quais nos faltam. Segurança e defesa custam caro,
mas isso não é motivo para um país como o Brasil deixar de investir nesses
setores. Certamente não faltam recursos, mas sim vontade política.
No Brasil, sucessivos governos (tucanos e
petistas) não tem tratado com a devida seriedade a questão da defesa nacional.
A explicação de que faltam recursos é apenas parcialmente correta. Embora não
existam recursos para um reaparelhamento completo das Forças Armadas, algo mais
do que tem sido destinado à Defesa certamente existe.
É possível argumentar que alguma coisa tem
sido feita e isso é correto. Em que pese a novela que foi a aquisição de aviões
de combate para substituir os caças existentes, é fato que nesse campo
avançamos com o anúncio da assinatura do acordo para a compra de 36 aviões de
combate Gripen, da indústria sueca SAAB. Mas ainda há muito mais a ser feito.
O ponto central, contudo, é a mudança de
mentalidade para que os assuntos relacionados à Defesa possam ser tratados como
uma preocupação permanente por parte do Estado brasileiro. O Brasil certamente
não almeja se tornar um país agressor ou expansionista, mas as suas dimensões e
importância estratégica demandam essa mudança de mentalidade.
O mundo em que vivemos não é exatamente um
mundo pacífico e se hoje as atenções das grandes potências se direcionam para
outras partes do globo, isso não quer dizer que num futuro próximo o cenário
continue o mesmo. Vale lembrar que o Brasil possui recursos que despertam o
interesse e a cobiça de outros países, como o petróleo e as muitas riquezas que
se encontram na Amazônia. A defesa nacional não pode ser vista apenas como uma
opção, ela é um imperativo e uma necessidade que demandam atualização e atenção
permanentes.
* Professor do Instituto de Relações Internacionais da
Universidade de Brasília (UnB) e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com
sábado, 5 de outubro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Desafios Pan Amazônicos
Pio
Penna Filho*
Um dos grandes desafios que se coloca em termos
Pan Amazônicos, ou seja, envolvendo todos os países condôminos da grande
floresta, diz respeito em como compatibilizar a exploração dos recursos
encontrados na Amazônia com a preservação ambiental e com os direitos das
populações nativas e não nativas que há muito tempo habitam a região.
A expansão do agronegócio, a exploração de
gás e petróleo, as atividades de extração de madeira, ouro e outros minerais e
a construção de hidroelétricas realizadas até o presente momento já
demonstraram quão agressivas são essas atividades para um ecossistema
relativamente frágil.
Trata-se, na verdade, de um paradoxo,
porque não há como desenvolver e integrar as respectivas regiões amazônicas ao
restante dos países que a compõem sem implementar projetos de desenvolvimento
que dependem de fortes inversões dos Estados nacionais e que, inevitavelmente,
provocam efeitos colaterais sobre o meio ambiente.
Seria uma grande ilusão pensar
exclusivamente em termos de proteção ambiental sem considerar as necessidades
humanas e dos países que conformam a Pan Amazônia. No fundo, não há muita
diferença em termos de países, uma vez que as necessidades de praticamente
todos os Estados amazônicos convergem para esse paradoxo entre os ideais
“preservacionistas” e os “desenvolvimentistas”.
De toda forma, é possível, até certo
ponto, compatibilizar desenvolvimento com preservação, no sentido da
sustentabilidade do desenvolvimento. Nesse caso em específico, a presença do
Estado na Pan Amazônica se torna condição sine
qua non para que algum grau de sustentabilidade seja alcançado no processo
de desenvolvimento da região.
A título de exemplo, a questão da
biopirataria é apenas um dos problemas enfrentados pelos países da Pan Amazônia
frente aos grandes interesses internacionais em torno do recursos amazônicos. Estima-se
que as populações indígenas empreguem aproximadamente 1.300 diferentes plantas
para fins medicinais, que possuem princípios ativos característicos de
antibióticos, narcóticos, anticoncepcionais, antidiarreicos, anticoagulantes,
fungicidas, anestésicos, antiviróticos e relaxantes musculares.
É de se imaginar a variedade de patentes
no campo da saúde que podem sair de tão vasto acervo que se encontra espalhado
pela Pan Amazônia. Mas as riquezas da biodiversidade não se restringem ao campo
da saúde. Existe também um enorme potencial em termos alimentares e toda uma
tradição “imaterial” que acaba chamando a atenção de muitos outros países e
grupos para a Amazônia, mais um ponto a recomendar a real presença dos Estados
Pan Amazônicos nesse imenso e valioso território.
* Professor do Instituto de Relações Internacionais da
Universidade de Brasília (UnB) e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com
Cortes na Defesa
Pio
Penna Filho*
O Ministério da Defesa foi o segundo mais
atingido pelo novo corte de despesas anunciado no começo dessa semana pelo
governo federal. Pelo que foi dito, serão 919 milhões de reais a menos para um
orçamento que já é insuficiente para as demandas da área da defesa do Brasil.
Chega a ser escandalosa a forma como
sucessivos governos vem tratando o assunto da segurança nacional. Parece que
nenhum deles, pelo menos desde o início da década de 1990, tem consciência de
como a falta de investimentos nesse setor acarreta prejuízos de difícil e longa
recuperação. Está aí a novela da compra de aeronaves de combate para provar
como não há seriedade nesse assunto.
Enquanto milhões de reais somem pelo ralo
da corrupção e muito dinheiro é enterrado em projetos e obras que nunca são
concluídas (aparentemente de propósito) e valores absurdos são pagos em nome de
uma dívida que ninguém que está no poder quer auditar, as Forças Armadas ficam
à míngua, quase inoperantes e levando uma vida do tipo para “inglês ver”.
E é esse país que deseja, pelo menos no
discurso, uma cadeira como membro permanente do Conselho de Segurança das
Nações Unidas. Ora, tratar a Defesa e, consequentemente, as Forças Armadas
dessa maneira é dar um tiro no próprio pé. Enfim, não é uma atitude nada
inteligente.
O Brasil não é um país pobre. Existem
recursos, mas alguns gastos públicos beiram à irracionalidade e existe o
costumeiro desperdício em nome de inúmeros privilégios aos donos do poder. A
título de exemplo estão aí os escândalos da utilização de aeronaves da Força
Aérea Brasileira por políticos e o execrável aparelhamento do Estado por uma
coligação de partidos políticos que até outro dia se diziam de “esquerda”.
Os defensores do corte do orçamento da
Defesa dizem que não existem ameaças ao Brasil e que tanto faz termos ou não
Forças Armadas. Ora, esse tipo de pensamento é de uma miopia gritante, que
beira a cegueira. As Forças Armadas não são um luxo, mas uma necessidade para
um país da dimensão do Brasil. E as ameaças existem, sim. Vivemos num mundo em
que os conflitos persistem e os grandes impõe a sua vontade pela força. Sem uma
capacidade mínima de dissuasão, o país fica vulnerável e à mercê da vontade e
dos interesses externos.
O pior de tudo é que o comportamento dos
políticos e dos partidos brasileiros nos últimos anos tem demonstrado grande
desinteresse e enorme falta de sensibilidade para um tema tão importante. Entra
governo, sai governo e quase nada muda. Parece que esse quadro só mudará quando
a sociedade estiver mais consciente da importância de termos Forças Armadas
mais modernas, bem equipadas e treinadas. E para tudo isso é preciso dinheiro.
Em síntese, não existe uma cultura política
voltada para a Defesa no nosso país e isso, pelo visto, ainda se arrastará por
algum tempo. Por enquanto, temos que contar mesmo é com a sorte e com a
determinação dos militares em atuar com os escassos recursos à sua disposição.
* Professor do Instituto de Relações Internacionais da
Universidade de Brasília (UnB) e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Manifestações no Brasil: repercussões internacionais
Pio
Penna Filho*
As manifestações populares em curso no
Brasil alcançaram outras partes do mundo. O Brasil, que já estava em evidência
na mídia internacional por conta da realização da Copa das Confederações,
passou agora a constar quase que diariamente em diversos noticiários
internacionais que repercutem os grandes protestos que vem ocorrendo em
diversas partes do país.
Trata-se de algo novo. Geralmente, as
notícias sobre o Brasil focavam aspectos da extrema violência cotidiana no país
ou então informações relacionadas à economia nacional. Mas a extensão das
manifestações políticas em andamento chamaram a atenção da mídia, aliás, como
não poderia deixar de ser.
Muitos brasileiros que moram no exterior
saíram para as ruas e praças de cidades como Toronto, Madri, Paris e Londres
para manifestar sua solidariedade aos protestos que vem ocorrendo no Brasil. Desta
forma, ajudaram a ampliar a divulgação do descontentamento interno e passaram a
mostrar um Brasil ainda pouco conhecido no exterior.
Dois aspectos ganharam mais destaque. Em
primeiro lugar, o inusitado dessas manifestações. Ninguém poderia prever uma
explosão de descontentamento dessas proporções e com tal intensidade. É de se
notar, a propósito, que os governantes, políticos brasileiros e a própria
sociedade foram pegos de surpresa.
Em segundo lugar, a reação inicial de
vários governadores, sobretudo no Estado de São Paulo (mas não apenas) foi a de
lançar a força policial com repressão brutal aos manifestantes. Isso repercutiu
muito mal, tanto interna quanto externamente. Alguns analistas identificaram
nessa atitude o despreparo da polícia brasileira para o tratamento de
manifestações tipicamente democráticas e, no exterior, colocou mais um ponto de
interrogação no preparo do estado brasileiro para conduzir grandes eventos.
Outro ponto que chama a atenção é que há
uma tendência a fazer comparações entre as manifestações na Turquia e as que
estão ocorrendo no Brasil. São questões diferentes, mas que se aproximam devido
ao caráter popular e espontâneo de desafio aos governos constituídos e sua
ampla mobilização promovida por meio de redes sociais.
As manifestações populares são legítimas
e saudáveis para a democracia. A população tem o direito de manifestar o seu
descontentamento com os governantes, ainda mais num país como o Brasil, repleto
de desigualdades sociais e de atitudes insensíveis por parte de suas elites
políticas. E quanto mais isso repercutir no exterior, tanto melhor. Ajuda a
mostrar uma faceta nova de uma realidade antiga e pouco conhecida do nosso
país.
* Professor do Instituto de Relações Internacionais da
Universidade de Brasília (UnB) e Pesquisador do CNPq. E-mail: piopenna@gmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)

