quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Revisão de Sociologia – Prova Recuperação 3º Ano 2018
Revisão
de Sociologia – Prova Recuperação 3º Ano 2018
Material de Apoio para Estudos
Temas:
Cultura
Industria Cultural e
Sociedade de Massas
Cidadania e sociedade
contemporânea
Racismo e
Preconceito
Textos:
O ser humano é único em
sua essência. Ele tem personalidade própria, necessidades que o motivam e medo
das mudanças repentinas. E é justamente isso que nos faz tão diferentes uns dos
outros e com uma visão de mundo totalmente diversificada.
Alguns pesquisadores se interessaram em estudar o ser humano para entenderem
pouco melhor essa diversidade. Um desses estudiosos foi Abraham Maslow, que
desenvolveu a Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas. Ele explica em
suas pesquisas que os aspectos motivacionais das pessoas estão diretamente
ligados ao entendimento das necessidades humanas. Portanto, motivação é o
resultado dos estímulos que agem sobre as pessoas levando-as à ação. Ou seja,
para que haja ação ou reação, é preciso que um estímulo seja implementado, seja
decorrente de coisa externa ou proveniente do próprio organismo. Por isso, o
ser humano tem a necessidade de ser aceito socialmente (no trabalho, na
escola/faculdade, nos grupos de amigos etc.), de ser amado, reconhecido, de
pertencer e fazer parte de algo, de ser notado positivamente, de ser útil, de
atender a suas necessidades fisiológicas, de segurança, de autoestima e de
autorrealização.
Na virada do século XIX para o século XX, o mundo ocidental
conheceu uma nova forma de produção cultural. O método de produção em larga
escala, difundido por Henry Ford, começou a se estender. Os avanços
tecnológicos possibilitaram o surgimento de novas formas de expressões
artísticas e o estabelecimento de novas relações entre o público e a arte.
O cinema, por
exemplo, é uma dessas expressões. A gravação de determinada sequência de cenas
pode ser copiada e o filme pode ser visto por diversas pessoas em diversos
lugares do mundo. É certo que essa possibilidade de alcançar muitas pessoas é
boa. Porém, alguns filósofos perceberam que havia algo não tão positivo nessa
nova realidade. Os filósofos alemães, Max Horkheimer (1895-1973) e Theodor
Adorno (1903-1969), observando esse novo momento do fazer artístico, cunharam o
termo “indústria cultural”.
Leia completo no link: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/industria-cultural.htm
As
sociedades humanas sofrem constantes modificações culturais ao longo do tempo,
que podem ocorrer de forma rápida ou lenta. Isso significa que a humanidade
caracteriza-se não pela estabilidade social/cultural, e sim por sua capacidade
de mudar constantemente. Esse processo é conhecido como mudança social que é
“toda transformação, observável no tempo, que afeta a estrutura ou o
funcionamento da organização social de dada coletividade e modifica o curso de
sua história”. São diversos os fatores que contribuem para a mudança social/cultural,
podendo-se destacar: os geográficos, os culturais, os socioeconômicos, os
biológicos, os tecnológicos e os políticos.
Estudos sobre cultura
demonstram que a sociedade pode ser vista como fruto de uma natureza histórica,
uma ordem em movimento, em que o equilíbrio é sempre instável em face da sua
constituição na ordem organizacional e inserção numa ordem maior, a ordem
mundial (Silva e Nogueira, 2001). A cultura de uma sociedade, mesmo assumindo
características enraizadas ao longo do tempo e transmitidas de geração para
geração, estará em constante evolução devido ao relacionamento entre os indivíduos
na organização que compõem, na sociedade e no contexto mundial. Em seu cerne
antropológico, cultura é definida como o resultado de um processo contínuo e
dinâmico de construção e reconstrução da realidade por meio da interação
social, da qual surgem esforços para a satisfação das necessidades básicas do
ser humano: necessidades biológicas (do organismo), sociais (relativas às
interações interpessoais) e socioinstitucionais, ou seja, aquelas referentes à
sobrevivência e bem-estar dos grupos (Kluckhon, 1951; Rokeach, 1973; Schwartz
& Bil - sky, 1987, 1990 apud Tamayo, 2000).
Leia esse interessante artigo completo no link a seguir: http://www.ceped.ufsc.br/wp-content/uploads/2010/01/Edicao_27_Caderno.pdf
Cultura é
o conjunto
de tradições, crenças e costumes de determinado grupo
social. Assim, a cultura representa o patrimônio social de um grupo e a soma de
padrões dos comportamentos humanos.
É a gama do comportamento de um grupo de pessoas envolvendo seus
conhecimentos, experiências, atitudes, valores, crenças, religião, língua,
hierarquia, relações espaciais, noção de tempo, conceitos de universo.
Tudo isso é repassado por comunicação ou imitação às gerações
seguintes.
Também
pode ser definida como o comportamento por meio da aprendizagem social. Essa
dinâmica faz da cultura uma poderosa ferramenta para a sobrevivência humana e
tornou-se o foco central da antropologia desde os estudos do britânico Edward
Tylor (1832-1917). Segundo ele:
"A
cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a
moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos
pelo homem como membro da sociedade".
Leia mais sobre o Conceito de
Cultura no link: https://www.todamateria.com.br/o-que-e-cultura/
Segundo Marx o homem é por
natureza um animal social pois ele nao pode ser privado de estar em sociedade.
Mas ser realmente social nao se resume apenas está em uma determinada sociedade,
ser social é ter uma unica coisa e dividir pra todos, ter tudo e querer apenas
um pouco, ser bom mais querer ser ótimo pois social é está em sociedade, mas
além de tudo é participar ativamente do grupo ao qual esta enserido.
É evidente que o homem,
muito mais que a abelha ou outro animal gregário é um animal social. O homem é
o único entre os animais que tem o dom da fala. Na verdade, a simples voz pode
indicar a dor e o prazer, e outros animais a possuem, mas a fala tem a
finalidade de indicar o conveniente e o nocivo, e portanto também o justo e o
injusto.
O homem é um animal
social, muito já se tem dito, e, por conseguinte, herói é aquele que consegue
conquistar todos os homens e fazer com que eles se tornem mais fratenos,ao
invés de bestas-feras.
O
maior conflito que um animal social pode ter é com ele mesmo. Por essa
razão, a Sociologia estuda a sociedade que formou esse indivíduo e como o mesmo
se coloca dentro dela.
Preconceito é um conceito ou uma
opinião previamente concebida. Em outras palavras, trata-se de um juízo feito
sobre um indivíduo ou grupo social antes de qualquer experiência. O preconceito
age a partir de uma simplificação, estabelecendo categorizações sociais através
da criação de estereótipos.
O preconceito funciona com base no princípio da generalização de todo o grupo
alvo de preconceito: cada um dos seus membros, indistintamente, carrega as
marcas estereotipadas que o estabelecem numa singularidade.
O preconceito
está mais relacionado ao sistema de valores do sujeito do que às
características de fato do seu objeto. Ou seja, o preconceito implica, naqueles
que o utilizam, um componente afetivo e valorativo que não é determinado pela
realidade do grupo alvo do preconceito. Por isso, o preconceito é resistente a
toda informação contraditória e exerce uma função excludente de criação de uma
identidade coletiva entre os que partilham o mesmo preconceito.
Vamos ler mais sobre o tema?
Para ver completo: https://www.passeidireto.com/arquivo/37951800/preconceito-e-discriminacao
Um dos principais equívocos sobre a sociedade contemporânea é o
argumento de que o conjunto dos meios de comunicação, a mídia, é a instituição
social mais poderosa. Fazem parte desse argumento expressões problemáticas como
“sociedade midiatizada”, “cultura da mídia” etc.
Antes
de mais nada, é preciso distinguir quais meios de comunicação possuem poder e
que tipo de poder exercem. Não há dúvida de que conglomerados empresariais como
as Organizações Globo, no contexto brasileiro, e a News Corporation, de Rudolph
Murdoch, no contexto mundial, são exemplos de instituições poderosas, que
movimentam enorme quantidade de capital, influenciam comportamentos individuais
e coletivos e agem politicamente, defendendo seus próprios interesses e os
interesses da sociedade capitalista de modo geral. De forma alguma essas
empresas podem ser consideradas como fazendo parte de uma mesma instituição
social, com todos aqueles que são produtores de mensagens e utilizam algum tipo
de recurso tecnológico.
O conceito de “indústria cultural”, ainda que tenha sido criado
por Adorno e Horkheimer na primeira metade do século passado, explica muito
melhor a atuação dos meios de comunicação do que o termo “mídia”, pois destaca
a dimensão econômica da comunicação. Adorno e Horkheimer, no livro Dialética do
Esclarecimento, publicado em 1947, já indicavam que os conglomerados
empresariais que atuam na comunicação são fundamentais para a existência da
sociedade capitalista, mas que seu poder depende do poder dos conglomerados
empresariais de modo geral.
Pode a mídia influenciar o politica, ou vice versa?
Leia mais sobre no link: https://revistacult.uol.com.br/home/midia-e-poder-na-sociedade-do-espetaculo/
Normalmente, o
autoritarismo se alicerça em dois elementos fundamentais: a ordem e a hierarquia. Ou seja, para que haja efetiva coesão social e o estabelecimento de uma
sociedade devidamente consistente, é necessário que haja ordem. E o instrumento
principal para a ordenação efetiva da sociedade encontra-se em um sólido
princípio de hierarquia.
Nesse sentido,
é muito comum regimes autoritários negarem concepções políticas associadas a
valores como a igualdade entre os homens. Pelo contrário, geralmente se percebe
a desigualdade como algo orgânico, de modo
que a concepção radical de
hierarquia é justificada como sendo um resultado natural da vida em sociedade.
E, para que se obtenha sucesso no emprego destes princípios, muitas vezes
apela-se para a supressão da participação popular na vida pública, a imposição de uma obediência incondicional e a utilização de
medidas coercitivas, com o objetivo de instaurar um ambiente de medo e de controle ordenado. Afastar as pessoas da vida política e acreditar nos instrumentos de
coerção do Estado são extremamente comuns em regimes autoritários.
Percebe-se
que o conceito de autoritarismo é bastante amplo e aplicável à um série de
contextos. É necessário, antes de mais nada, que se faça uma boa sondagem sobre
as características específicas do autoritarismo, citadas anteriormente, para
que não se crie distorções ou o se confunda com outros modelos de regime
político.
domingo, 28 de outubro de 2018
Revisão Geral de Humanas – ENEM
*Darwinismo Social*
*Orientalismo*
*História da África*
*O Mito da Democracia Racial*
*Maratona ENEM – com gabarito – Sociologia e Artes*
*Guia da Filosofia*
*Constituições do Brasil*
*Linha do Tempo de História do Brasil*
*Resumo – História do Séc. XX*
*Revisão de História da Arte*
*Revisão de Sociologia*
terça-feira, 2 de outubro de 2018
Material de Estudo: Navegações e Ocupação da América
O plantation consistia principalmente na produção
de produtos tropicais em latifúndios monocultores para o mercado externo,
utilizando para isso força de trabalho escrava.
Para mais sobre o tema, leia: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/plantation.htm
Em uma análise crítica e profunda
acerca do “descobrimento” do “Novo Mundo”, podemos afirmar que ao gosto de
Colombo sua maior intenção não era o enriquecimento e sim a propagação da fé
cristã assim como afirma Hilário (2008, p. 64):
A ambição de Colombo não era
totalmente em relação á obtenção de riquezas, embora fosse com a promessa de
ouro que ele acalmava a sua tripulação e o rei da Espanha, o financiador da
viagem. A expansão do cristianismo era muito mais importante para Colombo do que
o ouro: [...].
Nessa perspectiva podemos afirmar
que o “descobrimento” das novas terras por Colombo teve como ponto de partida o
objetivo de propagar a fé cristã, na qual Colombo prometendo ao rei da Espanha,
Fernando de Aragão – financiador da viagem - que traria consigo riquezas, tendo
em vista o contexto histórico pelo qual a Europa passava com a crise do
Feudalismo e a busca por metais preciosos era de fundamental importância para a
Espanha.
Para mais informações, leia:
Com a
entrada dos Europeus na América, dois processos de colonização foram
desencadeados. O primeiro foi chamado de ‘colônia de
povoamento’, onde o objetivo era desenvolver a terra com habitação,
criando formas de comércio e ampliando as estruturas básicas da colônia
(criação de escolas, hospitais, etc). O segundo caso são as ‘colônias de exploração’,
nas quais a metrópole tem como interesse apenas explorar os recursos naturais
da colônia para enriquecer e levar todo lucro a seu país de origem. Neste caso
não há preocupação com a terra colonizada.
Um
exemplo de colônia de exploração é o Brasil, pois a Coroa Portuguesa,
percebendo o potencial de lucro dos recursos naturais brasileiros e a
mão-de-obra indígena, aplicou o seguinte sistema de colonização: ocupou o país
com representantes do interesse da metrópole, assim, criou leis, obrigações,
impostos e instituições que somente atendiam os interesses da metrópole.
Para
facilitar, uma colônia de exploração possui basicamente cinco características
principais, que ficaram conhecidas por ‘plantation’.
São elas:
- Latifúndio, as terras eram distribuídas em enormes
propriedades agrícolas.
- Monocultura: toda a produção era para
suprir as necessidades do mercado exterior.
- Havia
um produto principal e toda produção acontecia em torno dele (caso do
açúcar, café e borracha no Brasil).
- Esquecimento
do mercado interno, com enfraquecimento das atividades comerciais.
- Trabalho
escravo, com utilização dos negros.
Para mais:
Nos aldeamentos jesuíticos
os índios eram
educados para viver como cristãos. Essa educação significava uma imposição
forçada de outra cultura, a cristã. Os jesuítas valiam-se de aspectos da
cultura nativa, especialmente a língua, para se fazerem compreender e se
aproximarem mais dos indígens. Esta ação incrementava a destribalização e
violentava aspectos fundamentais da vida e da mentalidade dos nativos,
como o trabalho na lavoura, atividade que consideravam exclusivamente feminina.
Do ponto de vista dos jesuítas, a
destruição da cultura indígena simbolizava o sucesso dos aldeamentos e da
política metropolitana inspirada por eles. Os religiosos argumentavam que as
aldeias não só protegiam os nativos da escravidão e
facilitavam sua conversão, mas também forneciam uma força militar auxiliar para
ser usada contra tribos hostis, intrusos estrangeiros e escravos bêbados.
Entretanto, os efeitos dessa política eram tão agressivos e aniquiladores da
identidade nativa que, não raro, os índios preferiam trabalhar com os colonos,
apesar de serem atividades mais rigorosas, pois estes pouco se envolviam com
seus valores, deixando-os mais livres.
Leia todo o artigo em:
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Material de apoio: Simulado Master-Enem 4 - 2018
Após um período recente de melhora - de 1960 a 1980 -, a taxas de exclusão social no Brasil voltaram a crescer entre 1980 e 2000. E, aliada à "velha" exclusão, decorrente basicamente da falta de escolaridade e analfabetismo, que não foi sanada, pioraram os indicadores que levam à "nova" exclusão, em especial o desemprego e a violência. Os dados fazem parte do Atlas da Exclusão Social no Brasil - volume 2, realizado por uma equipe de pesquisadores da USP, Unicamp, PUC-SP, sob a coordenação do economista e secretário municipal do Trabalho de São Paulo, Márcio Pochmann. De acordo com o Atlas, que compara os dados dos últimos 40 anos, a porcentagem de excluídos no Brasil na década de 1960 era de 49,3%, para uma população de 69,7 milhões de habitantes. Vinte anos depois, com 120 milhões de habitantes, o índice de excluídos caiu para 42,6%, para depois voltar a subir, no ano 2000, para 47,3%, com 170 milhões de habitantes. A regressão se deve a situações novas e que não eram conhecidas na dimensão atual: os aumentos do desemprego e da violência. "Esses dois elementos ajudaram a tornar o país mais desigual, mais excluído", disse Pochmann. Sete indicadores foram avaliados para construir o "índice de exclusão": pobreza, homicídio, emprego, escolaridade, analfabetismo, desigualdade e juventude. Os números pesquisados são do censo demográfico do IBGE e do SUS (homicídios). Pochmann explica que a chamada "velha" exclusão está associada à baixas renda e escolaridade, famílias migrantes e numerosas, e são basicamente mulheres e negros; já a "nova" exclusão se refere aos nascidos nos grandes centros, em famílias menores, com maior grau de escolaridade, desempregados e brancos.
Leia completo em:
A cultura é um fenômeno com grande relevância para o aprimoramento do convívio entre os homens. Ela gera para os indivíduos valores comuns, sentimento de identidade, reconhecimento do outro e de pertença ao grupo. Ao analisar o mundo, observa-se que este é formado por diversos povos com culturas diferentes. A diferença é uma realidade concreta, um processo humano e social presente nas práticas cotidianas de cada povo e encontra-se inserida no processo histórico. Isto insinua que a nossa percepção do mundo possui traços decorrentes da concepção multiculturalista dos Direitos Humanos. Por outro lado, no âmbito do Direito Internacional, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada em 1948, consagrou a perspectiva universalista dos Direitos Humanos.
O trecho acima é um resumo de um artigo bem completo sobre o tema!!
Copie o link abaixo e estude mais sobre o assunto:
Leia a reportagem e assista o mini Doc do Tab Uol no link abaixo e amplie seus conhecimentos sobre o assunto da Desigualdades no Brasil:
Como fruto de uma sociedade capitalista e industrializada, em que tudo é tratado como produto, inclusive os seres humanos, os valores humanísticos foram deixados de lado em troca do interesse econômico. A cultura também segue a lógica do interesse considerando que ela é produzida como mercadoria e planejada a fim de gerar lucros. Nasce o individualismo, fruto de toda essa industrialização cultural, logo só serão valorizados e permitidos os trabalhos que sejam fiéis a essa ideologia e que mantenham seus seguidores passivos, alienados e prontos para absorverem os ensinamentos de consumo dessa indústria.
Com o intuito de influenciar, transformar hábitos, educar, informar, criar outra visão de mundo e com a intenção de atingir a sociedade como um todo para o consumo, a indústria cultural surge como a ovelha negra da Revolução Industrial, no século XVIII, que criou uma economia de consumo de bens e que passou a reger a sociedade com a lei da troca, produtos substituídos por moedas, essa substituição de produtos foi intensificada no século XIX. COELHO (1980, p. 20).
Fonte completa para estudo:
Falar que a inclusão é um processo significa dizer que ela muda à medida que avança, encontra dificuldades e pode dar passos para trás até descobrir outros caminhos – a partir da interação com as pessoas, com os fatos e com as circunstâncias de cada tempo e momento. Significa também dizer que ela nasce dentro de cada um de nós, mesmo naqueles que já se consideram “inclusivos”. Sempre temos algo a aprender. Há sempre mais uma fronteira para transpor.
Leia completo:
Cotas para mulheres em casas legislativas aumentam a representatividade feminina na política e efetivam o princípio constitucional da igualdade de gênero. Em uma ponderação de valores, essas garantias prevalecem sobre o direito de o eleitor escolher livremente seus parlamentares.
A proposta valeria apenas para casas legislativas que elegem seus membros por meio de eleições proporcionais, como a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas e as câmaras municipais. Entretanto, existe uma ideia similar para o Senado. Nos anos em que duas cadeiras estivessem em disputa, uma delas seria reservada a uma mulher.
Leia o Artigo completo do ConJur em : https://www.conjur.com.br/2016-jun-05/cotas-mulheres-legislativo-aumentam-igualdade-politica
sábado, 1 de setembro de 2018
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